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Durante muito tempo, trabalhar numa oficina automóvel foi visto como uma atividade essencialmente manual, associada a tarefas repetitivas e a um baixo grau de especialização tecnológica. Essa imagem persiste no imaginário coletivo. O problema é que já não corresponde à realidade.
Hoje, uma parte significativa dos desafios de recrutamento no setor de reparação e substituição de vidro não resulta da falta de evolução da profissão, mas sim de uma perceção externa desatualizada sobre o que este trabalho realmente envolve.

A transformação da indústria automóvel, em particular, a integração massiva de sistemas ADAS, alterou de forma estrutural o papel do técnico.
A reparação e substituição de vidro automóvel deixou de ser apenas uma operação física e passou a exigir, entre outros aspetos:
A calibração ADAS é um bom exemplo desta evolução. Trata-se de um processo altamente técnico, sem standards universais, que varia consoante o modelo, o fabricante e o tipo de sistema. Exige formação contínua, rigor operacional e responsabilidade direta sobre sistemas de segurança ativa.
É neste contexto que a Carglass® tem vindo a afirmar-se como referência em Portugal, investindo de forma consistente na especialização dos seus técnicos, em programas de formação contínua e em tecnologia capaz de acompanhar a complexidade crescente dos veículos. Falamos, hoje, de um trabalho cada vez mais próximo da engenharia automóvel do que da imagem clássica de “oficina”.
Apesar da profunda transformação tecnológica que o setor tem vindo a atravessar, os desafios no recrutamento mantêm-se. A escassez de técnicos qualificados é uma realidade cada vez mais presente, acompanhada por um aumento dos custos associados à mão de obra especializada e por dificuldades em atrair novos perfis técnicos. A isto junta-se uma subvalorização externa da carreira, que continua a pesar na forma como estas funções são percecionadas fora da indústria.
O paradoxo é claro: quanto mais complexo, técnico e especializado se torna o trabalho, mais difícil é explicá-lo a quem está fora do setor. Quando a profissão continua a ser vista como “mero trabalho de oficina”, perde atratividade junto de perfis que poderiam trazer um contributo relevante, nomeadamente jovens com formação técnica ou tecnológica e interesse em áreas ligadas à inovação, à engenharia automóvel e à segurança rodoviária.

É importante clarificar esta diferença. A Carglass® integra um grupo multinacional líder mundial em reparação, substituição e calibração de vidro automóvel, a Belron, o que se reflete diretamente na forma como o trabalho técnico é hoje desenvolvido nas suas agências, assente em:
O técnico não é apenas um executante. É um especialista que garante que sistemas críticos de segurança funcionam exatamente como foram concebidos pelos fabricantes.
Sem esse “know-how”, sem essa formação e sem esse rigor, a promessa de segurança simplesmente não se cumpre.
É este nível de exigência que está hoje no centro do trabalho técnico neste segmento. Para quem procura uma carreira técnica exigente, com formação contínua e evolução num setor em clara transformação, as oportunidades na Carglass® estão abertas.
A indústria tem investido de forma consistente em tecnologia, formação e processos. O próximo passo é igualmente estratégico: atualizar a perceção externa da profissão.
Não se trata apenas de recrutamento. Trata-se de valorização profissional, sustentabilidade do setor e, acima de tudo, segurança rodoviária.
Enquanto o trabalho técnico continuar a ser visto com lentes do passado, será mais difícil atrair o talento necessário para responder aos desafios do futuro.
A realidade já mudou. Na Carglass®, estamos ativamente a transformar a narrativa do setor ao promover o recrutamento de mulheres para as nossas equipas técnicas. Fazemo-lo através da formação especializada e de uma cultura que valoriza o talento, independentemente do género, reafirmando o papel essencial de cada técnica e técnico no nosso sucesso.