Se é novo na condução automática, ou apenas quer aprimorar as suas habilidades, este artigo é para si. Fique a conhecer todas as dicas que precisa para conduzir um carro automático.
Se outrora era algo que era quase instantaneamente posto de parte pelos condutores, hoje em dia a direção automática já caiu nas boas graças de muitos. A grande maioria dos condutores, até prefere um carro automático na hora de comprar um veículo novo.
Por isso, é importante ficar a saber qual a real diferença entre estas duas direções (manual e automática), dicas a ter na hora do arranque, quais os cuidados a ter e como tornar a condução segura e suave.

A direção automática é o sistema responsável por controlar as mudanças de marcha num veículo sem que o condutor precise de as fazer manualmente. Estas são feitas sem precisar de as ajustar consoante a velocidade a que circula: tal trabalho passa para o próprio veículo que, através de um sinal de transmissão, seleciona de forma automática a mudança mais adequada para o percurso.
A grande diferença entre estas duas direções, prende-se com a inexistência do pedal da embraiagem nos carros automáticos. Nestes casos, apenas existem os pedais de travão e acelerador.
As caixas de velocidade manuais ainda são as mais comuns nas estradas portuguesas, e são equipadas com um pedal de embraiagem, que necessita ser pressionado para fazer a mudança de velocidade. Geralmente move-se um manípulo em forma de H, que contém 5 ou 6 velocidades (alguns carros, poucos, têm até 7 velocidades) para a frente, mais a marcha atrás.
Apesar da diferença entre as duas caixas de velocidades, tal como nos carros manuais, existem posições às quais devemos prestar atenção. A diferença nos carros automáticos reside na frequência com que utilizamos essas posições e nas suas funções.
As caixas de velocidades automáticas variam no números de velocidades que têm, mediante as marcas e modelos. Contudo, o normal é ter entre 6 a 9 velocidades. Para além disso, uma caixa de velocidades automática está normalmente categorizada com 4 iniciais: "P”, "R”, "N” e "D”, cada uma com um significado próprio.
P – Park: posição que deve selecionar quando estacionar o veículo.
R – Reverse: para fazer marcha atrás.
N – Neutral: por outras palavras, o "ponto morto”.
D – Drive: a opção que deve selecionar para avançar com o veículo.
Uma vez selecionada a posição D, a mudança de velocidade é feita de forma automática, sem a intervenção do condutor.
Ao conduzir um carro automático, embora seja bastante fácil e intuitivo, notamos que o início da marcha difere um pouco daquilo a que estamos habituados com veículos tradicionais. Mas é tudo uma questão de hábito. Lembre-se de que só pode mudar de P para D ou de D para R com o veículo imobilizado e que a existência da funcionalidade P não invalida as funções do travão de mão, especialmente se estacionar numa subida.
No que diz respeito ao início da marcha, siga estes 8 passos para o pôr o seu carro automático a andar:
A ausência da embraiagem é aquilo que pode causar mais constrangimento, essencialmente em paragens mais frequentes – seja perante um sinal de trânsito vermelho ou uma passadeira, por exemplo.
No que diz respeito a este tópico, a opinião não é consensual: há quem defenda que, para imobilizar o veículo, colocar o carro na posição N é o mais indicado, poupando assim mais combustível, uma vez que o motor não se encontra a ser constantemente solicitado. Por outro lado, colocar o comando das mudanças na posição P também pode facilitar a manobra, caso queira parar o carro durante um longo período de tempo.
