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Quando se fala em seguros, a palavra “prémio” pode causar alguma confusão. Afinal, não se trata de um valor que recebe, mas sim do montante que paga à seguradora para manter o seguro ativo e garantir as coberturas contratadas.
Em termos simples, o prémio de seguro é o preço do seguro. Saber como é calculado, quais componentes inclui e o que pode fazer com que o valor suba ou desça é essencial para tomar melhores decisões, seja na contratação de uma nova apólice, na renovação do seguro ou no momento de acionar uma cobertura.
Neste artigo, explicamos de forma clara o que é o prémio de seguro, como se calcula e o que pode influenciá-lo, incluindo os pontos a verificar na cobertura de vidros do seguro automóvel.
Se não souber se a sua viatura tem cobertura de quebra isolada de vidros, fale connosco. Ajudamos a confirmar a cobertura junto da sua seguradora e tratamos do processo para que não tenha preocupações.

Apesar do nome, o prémio de seguro não é um valor que recebe. É o preço que paga à seguradora para manter o seu seguro ativo e garantir as coberturas contratadas.
Este valor pode ser pago mensalmente, trimestralmente, semestralmente ou uma vez por ano, conforme as condições da apólice. É o montante que consta no aviso de pagamento e que permite manter o contrato em vigor.
Em Portugal, o conceito está previsto no Regime Jurídico do Contrato de Seguro, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de abril. De acordo com este diploma, o prémio inclui mais do que o custo da cobertura do risco. Pode integrar também encargos de aquisição, gestão e cobrança, custos de emissão da apólice, impostos e taxas legais, suportados pelo cliente.
Ou seja, quando paga o prémio, não está apenas a pagar pela proteção em caso de sinistro. Está também a suportar os custos associados à contratação, gestão e manutenção do seguro.
A palavra pode causar estranheza, porque no dia a dia “prémio” costuma significar recompensa. Nos seguros, porém, o prémio é o preço pago pela proteção contratada.
Pense assim: ao pagar o prémio, está a transferir à seguradora parte do risco financeiro de um acontecimento inesperado. Se esse risco se concretizar e estiver coberto, a seguradora pode assumir os custos nos termos definidos na apólice.
A apólice é o contrato de seguro. É o documento que define quem está protegido, quais são as coberturas, quais são os limites, as exclusões, a duração do contrato, o capital seguro e as condições de pagamento.
O prémio é o preço desse contrato. Sem pagamento do prémio nas condições previstas, a cobertura pode não produzir efeitos, não ser renovada ou cessar, dependendo da fase do contrato e do tipo de incumprimento.
De forma simples:
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Conceito |
O que significa |
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Apólice |
Documento/contrato que define as condições do seguro |
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Prémio |
Valor pago para manter esse contrato ativo |
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Cobertura |
Risco ou situação protegida pela apólice |
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Sinistro |
Acontecimento que pode acionar a cobertura |
Quando olha para um recibo ou proposta, pode encontrar expressões diferentes. Nem todas aparecem sempre da mesma forma, mas ajudam a perceber como se chega ao valor final.
O prémio de risco, também chamado prémio puro, corresponde à parte associada ao risco que a seguradora está a aceitar cobrir. É calculado com base na probabilidade de ocorrer um sinistro e no custo esperado desse sinistro.
O prémio comercial inclui o prémio de risco e outros custos do contrato, como aquisição, gestão, cobrança e emissão da apólice. É o valor da atividade seguradora antes de serem somados alguns encargos externos.
O prémio total, ou valor total a pagar, é aquilo que efetivamente aparece para pagamento depois de considerados impostos, taxas e outros encargos aplicáveis.
O prémio do seguro não cobre apenas o risco em si. Inclui também custos associados à contratação e gestão da apólice.
De forma geral, pode incluir:
No seguro automóvel, podem existir ainda encargos relacionados com o Fundo de Garantia Automóvel ou outros valores legalmente previstos. Como estas componentes podem variar, o mais seguro é consultar sempre o recibo do prémio e as condições particulares da apólice.
É também por isso que duas propostas aparentemente semelhantes podem ter valores diferentes. Podem ter coberturas distintas, franquias diferentes, limites de capital diferentes, serviços incluídos ou modelos de pagamento com encargos próprios.
O prémio de seguro é calculado com base no risco que a seguradora aceita cobrir. A seguradora avalia a probabilidade de determinado sinistro acontecer, o custo médio esperado desse sinistro e as condições específicas do contrato.
No cálculo entram, normalmente:
No seguro automóvel, a seguradora pode considerar dados como idade e experiência do condutor, histórico de acidentes, características do veículo, zona de circulação, utilização do carro e coberturas escolhidas.
Outro ponto importante é a franquia. Em muitos casos, uma franquia mais elevada pode ajudar a reduzir o prémio, porque o segurado assume uma parte maior do custo em caso de sinistro. Mas nem sempre compensa: se quiser perceber melhor este equilíbrio, consulte também o nosso artigo sobre o que é a franquia de seguro e como funciona.
O seguro assenta num princípio simples: muitas pessoas pagam prémios para que a seguradora consiga suportar os custos dos sinistros que acontecem a algumas delas.
É a chamada mutualização do risco. Em vez de cada pessoa suportar sozinha um prejuízo elevado, o risco é distribuído por um conjunto maior de segurados.
Os atuários, profissionais especializados em cálculo estatístico do risco, ajudam as seguradoras a estimar a probabilidade de sinistro e o custo esperado das indemnizações. A partir daí, são definidas tarifas que procuram equilibrar risco, custos e sustentabilidade do contrato.
Imagine dois condutores com carros semelhantes.
O primeiro tem vários anos de carta, não registou sinistros recentes, conduz poucos quilómetros por ano e escolhe apenas as coberturas essenciais. O segundo tem carta há pouco tempo, conduz diariamente numa zona com maior sinistralidade e inclui danos próprios, assistência em viagem, veículo de substituição e quebra isolada de vidros.
Mesmo que os veículos sejam parecidos, o prémio do segundo condutor pode ser mais elevado, porque o risco e as coberturas contratadas também são diferentes.
Estes conceitos aparecem muitas vezes juntos, mas não significam o mesmo.
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Conceito |
Definição |
Exemplo prático |
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Prémio |
Valor pago à seguradora para manter a apólice ativa |
Valor anual, semestral ou mensal do seguro automóvel |
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Franquia |
Parte do prejuízo que fica a cargo do segurado em caso de sinistro |
Se a franquia for 250 euros e o dano for 800 euros, o segurado suporta 250 euros |
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Cobertura |
Proteção contratada para determinado risco |
Quebra Isolada de Vidros, danos próprios ou assistência em viagem |
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Indemnização |
Valor pago ou assumido pela seguradora quando há sinistro coberto |
Pagamento da reparação do veículo ou substituição de um vidro coberto |
A franquia pode influenciar o prémio. Em regra geral, uma franquia mais elevada pode baixar o valor do seguro, porque o segurado assume uma parte maior do risco. Mas essa poupança só compensa se estiver confortável com o valor que terá de pagar em caso de sinistro.
O prémio pode subir ou descer por vários motivos. No seguro automóvel, os principais fatores são estes:
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Fator |
Como pode influenciar o prémio |
Exemplo |
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Coberturas contratadas |
Mais coberturas tendem a aumentar o prémio |
Adicionar danos próprios ou QIV aumenta a proteção e pode aumentar o valor |
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Franquia |
Franquia mais alta pode reduzir o prémio |
Aceitar pagar uma parte maior do dano pode baixar o valor anual |
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Histórico de sinistros |
Sinistros com responsabilidade podem agravar o prémio |
Um acidente com culpa pode ter impacto na renovação |
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Idade e experiência |
Condutores jovens ou com pouca experiência podem pagar mais |
Carta recente pode representar risco superior |
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Veículo |
Valor, potência e custo de reparação influenciam o prémio |
Um veículo mais caro pode ter prémio mais elevado |
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Zona de circulação |
Zonas com maior sinistralidade ou risco podem pesar no cálculo |
Utilização frequente em grandes centros urbanos |
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Bónus/malus |
Anos sem sinistros podem gerar bonificações; sinistros podem gerar agravamentos |
Desconto por ausência de sinistros ou agravamento após sinistro |
Quanto mais ampla for a proteção, maior tende a ser o prémio. Um seguro apenas com responsabilidade civil obrigatória terá, em regra, um prémio diferente de um seguro com danos próprios, assistência em viagem, veículo de substituição, proteção jurídica e cobertura de vidros.
O ponto essencial é comparar o que está incluído. Um seguro mais barato pode ter menos coberturas, limites mais baixos ou franquias mais elevadas.
A franquia é o valor que fica a seu cargo em caso de sinistro. Ao aceitar uma franquia mais alta, pode reduzir o prémio, porque a seguradora assume menos risco financeiro.
Mas há um equilíbrio a fazer. Um prémio mais baixo pode parecer atrativo, mas se a franquia for demasiado elevada, pode acabar por pagar mais quando precisar de acionar o seguro. Para perceber melhor este equilíbrio, consulte o nosso artigo sobre o que é a franquia de seguro e como funciona.
No seguro automóvel, idade, anos de carta, histórico de sinistros e utilização do veículo podem influenciar o valor. Um condutor com muitos anos sem sinistros tende a representar um risco diferente de um condutor recém-encartado.
Também pode contar a finalidade de utilização: deslocações ocasionais, deslocações diárias, uso profissional ou quilometragem anual estimada.
O tipo de veículo também pesa. Marca, modelo, potência, idade, valor comercial, custo das peças e tecnologia instalada podem influenciar o prémio.
Hoje, muitos veículos têm sistemas avançados de assistência à condução, conhecidos como ADAS. Estes sistemas aumentam a segurança, mas podem tornar algumas reparações mais técnicas, sobretudo quando estão associados ao para-brisas e exigem calibração após a substituição.
A zona onde vive ou circula habitualmente pode entrar na avaliação do risco. Áreas com maior densidade de tráfego, maior exposição a acidentes, furto ou vandalismo podem ter impacto no prémio.
Isto ajuda a explicar porque dois condutores com veículos semelhantes podem receber propostas diferentes.
O sistema bónus/malus é usado para ajustar o prémio em função do histórico de sinistros. De forma simples, a ausência de sinistros pode gerar bonificações, enquanto a existência de sinistros pode provocar agravamentos.
Nem todos os sinistros têm o mesmo impacto. O efeito depende da apólice, da seguradora, do tipo de sinistro, da responsabilidade atribuída e das regras contratadas.
O prémio pode aumentar na renovação mesmo que não tenha tido acidentes. Isto acontece porque o valor não depende apenas do seu comportamento individual.
Entre os motivos possíveis estão:
No seguro automóvel, por exemplo, a subida pode estar relacionada com custos mais elevados de reparação, maior complexidade tecnológica dos veículos ou revisão das condições comerciais da seguradora.
Quando recebe o aviso de renovação, não olhe apenas para o valor final. Aproveite para rever a apólice com calma.
Confirme:
Também pode pedir simulações a outras seguradoras ou falar com o seu mediador. O objetivo não é escolher automaticamente o prémio mais baixo, mas perceber qual é a melhor relação entre preço, cobertura e tranquilidade.
Existem diferentes formas de classificar o prémio, sobretudo consoante a duração do contrato e a forma de pagamento.
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Tipo de prémio |
O que significa |
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Prémio único |
Pago uma só vez, cobrindo todo o período contratado |
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Prémio periódico |
Pago de forma regular, por exemplo anualmente, semestralmente, trimestralmente ou mensalmente |
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Prémio fracionário |
Prémio anual dividido em prestações; em certas situações, a seguradora pode exigir frações em falta |
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Prémio fracionado |
Prémio calculado para um período inferior a um ano |
Muitos consumidores falam em “pagar o seguro às prestações”. Essa opção pode existir, mas convém verificar se implica encargos adicionais. Em muitos casos, o pagamento anual é mais económico do que o pagamento mensal ou trimestral.
O prémio deve ser pago nas datas e condições indicadas no contrato. Pode ser pago por débito direto, transferência bancária, cartão, referência Multibanco, cheque ou outro meio aceite pela seguradora.
Nos contratos em vigor, a seguradora deve avisar o tomador do seguro do valor a pagar, forma de pagamento e local de pagamento com antecedência mínima face ao vencimento do prémio. Esse aviso deve indicar também as consequências da falta de pagamento.
Se pagar por débito direto, confirme se a conta tem saldo e se a autorização está ativa. Uma falha de cobrança pode ser tratada como falta de pagamento.
As consequências dependem do momento em que ocorre a falta de pagamento.
Se não pagar o prémio inicial, ou a primeira fração, o contrato pode resolver-se automaticamente desde a data da celebração. Isto significa que pode ficar sem cobertura.
Se não pagar o prémio de uma anuidade seguinte, ou a primeira fração dessa anuidade, o contrato pode não ser prorrogado. Se falhar o pagamento de uma fração durante a anuidade, pode ocorrer a resolução automática na data de vencimento dessa fração.
Em termos práticos: não pagar o prémio pode deixá-lo sem seguro ativo. No caso do seguro automóvel obrigatório, circular sem seguro é uma situação grave, porque a responsabilidade civil automóvel é exigida por lei.
Comparar seguros apenas pelo prémio pode ser enganador. O valor mais baixo nem sempre significa melhor escolha, sobretudo se tiver menos coberturas, franquias mais altas ou limites mais baixos.
Antes de decidir, compare:
No seguro automóvel, uma diferença pequena no prémio pode significar uma diferença relevante no apoio que terá quando algo acontecer.
No seguro automóvel, o prémio depende muito das coberturas escolhidas. Uma das coberturas que deve confirmar é a Quebra Isolada de Vidros, frequentemente abreviada como QIV.
Esta cobertura é particularmente útil quando há um dano no para-brisas, vidro lateral ou vidro traseiro sem outros danos no veículo. É o caso, por exemplo, de uma pedra que salta na estrada e provoca uma fissura no para-brisas.
A Quebra Isolada de Vidros é uma cobertura que protege os vidros do veículo quando o dano ocorre de forma isolada, isto é, sem estar associado a outros danos na carroçaria.
Pode abranger o para-brisas, os vidros laterais e o vidro traseiro. Dependendo da seguradora e da apólice, pode também incluir outros elementos em vidro, como teto panorâmico ou teto de abrir.
A QIV não está obrigatoriamente incluída em todos os seguros automóvel. Pode fazer parte de um pacote de coberturas ou ser contratada como extra. Por isso, deve confirmar sempre nas condições particulares da apólice.
Se tiver cobertura de Quebra Isolada de Vidros ativa, a reparação ou substituição pode não ter custo para si, dentro dos limites contratados e das condições definidas pela seguradora.
Podem existir franquias, limites anuais, exclusões ou regras sobre a rede de prestadores. Por isso, antes de avançar, confirme sempre:
Este último ponto é cada vez mais importante. Em muitos veículos modernos, o para-brisas integra câmaras e sensores ligados a sistemas de assistência à condução. Quando o para-brisas é substituído, pode ser necessária a calibração desses sistemas para garantir o seu correto funcionamento.
Regra geral, acionar a cobertura de Quebra Isolada de Vidros não agrava o prémio do seguro no ano seguinte da mesma forma que um acidente com responsabilidade. No entanto, esta não deve ser tratada como uma regra universal.
O impacto depende da apólice, da seguradora, do histórico do contrato e das condições específicas da cobertura. Se tiver dúvidas, confirme com a seguradora ou com o mediador antes de acionar a cobertura.
A ideia principal é simples: a QIV foi criada precisamente para situações de dano isolado nos vidros. Mas cada contrato tem as suas regras.
Se o vidro do seu automóvel ficou danificado, a Carglass pode ajudar a confirmar se tem cobertura de Quebra Isolada de Vidros junto da sua seguradora. Basta fazer a marcação online para reparação ou substituição, e a cobertura é validada no processo.
Se tiver QIV ativa, o serviço pode não ter custo para si, dependendo da apólice, da franquia e dos limites contratados. Se não tiver cobertura, pode pedir um orçamento sem compromisso.
Nem sempre é possível controlar todos os fatores que influenciam o prémio, mas há medidas que podem ajudar a evitar pagar mais do que precisa.
Pode:
O objetivo não é reduzir a proteção essencial, mas ajustar o seguro à sua realidade. Um bom prémio é aquele que faz sentido para o risco que quer cobrir.
O prémio de seguro é o valor que o tomador paga à seguradora para ter os riscos contratados cobertos. É, em termos simples, o preço do seguro. O pagamento do prémio mantém a apólice ativa.