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Agosto vai a meio, mas a época de festivais ainda não acabou e há vários a acontecer entre o final de agosto e o início de setembro. São eles o Vodafone Paredes de Coura, o Sol da Caparica, o Festival de Vilar de Mouros, o Festival do Crato, o MEO Kalorama e o Festival F.
Aliás, nunca houve tanta escolha. Em 2025, segundo a Associação Portuguesa de Festivais de Música (APORFEST), realizaram-se 557 festivais de música em Portugal, um novo recorde nacional. No ano anterior tinham sido 358, o que significa que, de um ano para o outro, o calendário ganhou mais 199 eventos e, por isso, pode ser difícil decidir a que festival de verão deve ir.
Cada festival traz também milhares de deslocações entre cidades e regiões. Para quem vai de carro, o plano começa antes de chegar ao recinto: escolher o percurso, antecipar o estacionamento, preparar o regresso e garantir que o carro está em condições para a viagem.

De norte a sul do país, estes são alguns dos nomes que marcaram o calendário de festivais deste verão.
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Festival |
Data |
Onde |
Preços de referência em 2026 |
O que esperar |
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11 a 14 de junho |
Parque da Cidade, Porto |
Passe geral: 180 euros + taxas |
Um cartaz eclético e internacional, com forte presença de música alternativa, pop, rock e eletrónica. |
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20, 21, 27 e 28 de junho |
Parque Tejo, Lisboa |
Diário: 89 euros; passe de fim de semana: 157 euros |
Grandes nomes internacionais, vários palcos e uma experiência que vai muito além dos concertos. |
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3 e 4 de julho |
Praia de São João, Costa da Caparica |
Diário: desde 45 euros; passe sem campismo: 57 euros; passe com campismo: 67 euros |
Dois dias muito virados para hip-hop, trap e cultura urbana, num ambiente descontraído junto à praia. Em 2026, o cartaz contou com nomes como Trippie Redd, Ski Mask The Slump God, T-Rex, MC IG e Chico da Tina. |
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17 a 19 de julho |
Leça da Palmeira, Matosinhos |
Diário: 50 euros; passe geral: 100 euros |
Música junto ao mar e um cartaz pensado para públicos e estilos diferentes. |
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12 a 15 de agosto |
Praia Fluvial do Taboão, Paredes de Coura |
Passe geral: 130 euros + custos de operação |
Música alternativa, natureza e campismo fazem parte da identidade de um dos festivais mais conhecidos do país. |
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13 a 16 de agosto |
Parque Urbano da Costa da Caparica |
Bilhetes diários na ordem dos 31 a 34 euros nos lotes finais |
Um festival especialmente dedicado à música de expressão portuguesa, a poucos passos da praia. |
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18 a 22 de agosto |
Vilar de Mouros, Caminha |
Diário: 55 euros; passe de 5 dias: 160 euros |
História, natureza, rock e música alternativa num dos festivais mais emblemáticos do calendário nacional. |
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26 a 29 de agosto |
Crato |
Diário: 20 a 25 euros; passe de 4 dias: 50 euros |
Concertos acompanhados pela Feira de Artesanato e Gastronomia, numa combinação muito alentejana de música, comida e tradição. |
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28 a 30 de agosto |
Parque da Bela Vista, Lisboa |
Diário: 65 euros + taxas |
Um festival urbano que cruza música, arte e cultura contemporânea no coração de Lisboa. |
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3 a 5 de setembro |
Faro |
Diário: 22 euros; passe geral: 54 euros |
Música portuguesa espalhada por vários palcos no centro histórico de Faro e uma boa desculpa para prolongar o verão até setembro. |
Os preços apresentados são valores de referência da edição de 2026 e podem variar consoante o lote, taxas aplicáveis e disponibilidade. Antes de comprar bilhete, confirme sempre as condições na página oficial do festival.
Há uma diferença pequena entre “vou só ver um concerto” e estar há sete horas de pé, com 4% de bateria e a tentar perceber onde deixou o protetor solar.
Para evitar esta segunda versão da história, há algumas coisas que vale a pena preparar:
Obviamente que as regras mudam de festival para festival. Alguns recintos limitam as dimensões das malas, o tipo de garrafas, powerbanks ou outros objetos que podem entrar. Por isso, além de decidir o que levar para um festival de verão, verifique sempre a lista de objetos permitidos e proibidos no site oficial, antes de sair de casa.

Quando milhares de pessoas têm o mesmo destino à mesma hora, a deslocação também merece entrar no planeamento.
Antes de arrancar:
Se forem vários amigos no mesmo carro, combinem antecipadamente quem conduz no regresso. Se essa pessoa tiver bebido álcool ou estiver demasiado cansada para conduzir em segurança, o plano precisa de mudar. Táxi, TVDE, transportes públicos, boleia com alguém em condições para conduzir ou ficar mais tempo no local são alternativas melhores do que arriscar.
Porque o concerto pode ser o destino, mas chegar e regressar em segurança também faz parte do festival.